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Lili e Lucas são eleitos os novos directores
Para tentar localizar Paula, Pires leva um polícia à Casa do Monte. Quando os dois chegam, vêem Lili e as crianças a fazerem trabalho forçado sob as ordens de Pierre!
Para piorar, o agente Lima ouve inúmeras queixas da vizinha Josefa, que acusa os De Mont de maltratarem os filhos!
Perante as acusações, Pires vê-se forçado a anunciar o encerramento do lar!
Mas Pierre, numa tentativa de evitar o fecho da sua fonte de rendimento, voluntaria-se para mudar de funções: ele será o novo cozinheiro e Júlia a nova governanta!
O assistente social aceita a ideia e decide então nomear os novos directores: Lucas e Lili!
Como não consegui actualizar o blog durante estas 3 semanas este post é especial e contém 3 DESTAQUES DA SEMANA!
Como já devem ter reparado o 11º, 12º e 13º Destaques da Semana já foram escolhidos:
11º Destaque:
12º Destaque:
13º Destaque:
Visitem porque não se vão arrepender!
DESTAQUE DA SEMANA SUSPENSO!
Gosta de brincar tal como a ‘Lili’ e às vezes até se esquece de que está a trabalhar. Marta Fernandes confessa estar a viver um dos melhores momentos da sua vida ao protagonizar ‘Chiquititas’.
Ao Vidas TV, a actriz revela a vontade de ser mãe, desejo que por agora terá de ser adiado.
Marta Fernandes gosta de brincar e quando está com crianças sente-se da idade delas. ‘Chiquititas’ é o seu grande desafio
Correio Vidas – Que balanço faz de quatro meses de ‘Chiquititas’?
Marta Fernandes – Continuo a sentir-me entusiasmada. Os melhores momentos do dia são entre o ‘acção’ e ‘corta’, porque gosto de representar. Sinto- -me bem-disposta e muito alegre.
– A diversão está sempre presente...
– O elenco tem bastantes crianças, que foram bem escolhidas, pois têm muita energia e estão concentradas. Já com os adultos é a loucura total. Somos poucos mas completamente loucos.
– É o papel da sua vida?
– Espero que não. Até agora é o papelo com maior destaque mas já fiz outros trabalhos que me deram prazer. De certeza que virei a ter muitos outros papéis.
– Vive intensamente a personagem?
– Entrego-me por completo. Para mim não há grandes nem pequenos papéis mas sim papéis. Todas as personagens têm algo de especial e eu tento vivê-las com alegria e diversão.
– É a TV que mais a realiza?
– Gosto de fazer TV porque vivo num ritmo acelerado. Saio das gravações com a sensação de dever cumprido. A TV proporciona-me um divertimento enorme.
– Trabalhar com tantas crianças é quase regressar à infância...
– Sinto que sou da idade deles, que tenho de brincar. Se criar barreiras não consigo fazer a cena. Brincar é inevitável. Mas eu ainda sou jovem, lembro- -me das minhas brincadeiras, daí ser fácil estar com eles.
– Incomoda-a o facto de as pessoas compararem as ‘Chiquititas’ e a ‘Floribella’?
– Não. É inevitável mas são dois universos diferentes, formas de representação e histórias distintas. A ‘Floribella’ foi um fenómeno, é dirigido às crianças, tem muita cor, mas nós estamos numa outra dimensão.
– Tem aulas de canto ou é inato?
– Sempre cantei e gosto de fazê-lo com muita alegria. Em pequena sabia os ‘jingles’ da rádio, televisão, e estava sempre a cantá-los. Na adolescência fui vocalista de um grupo que tocava em bares e tive formação musical. Sempre houve investimento nessa área. Fiz ainda musicais, que me abriram os horizontes, e tive um acompanhamento vocal de uma professora brasileira extraordinária que me fez cantar associando à representação.
– Investe então no canto...
– Invisto, mas não me imagino a gravar um CD. Isto é, para mim um disco é um sonho que talvez um dia consiga concretizar. A aposta foi na representação, até perceber que podia associar uma coisa à outra.
– Foi difícil encontrar a ‘Lili’?
– No início senti alguma resistência, pois não queria fazer igual ao original. Mas depois encontrei a minha ‘Lili’ no dia-a-dia, dentro de mim.
– Tem algumas características dela?
– Não costumo olhar para as personagens dessa maneira. Costumo dizer que me sinto mais uma advogada de defesa das personagens do que um corpo. Entendo o drama da ‘Madalena’, que criou a ‘Lili’, pois esta última é um boneco e isso dá-me liberdade de fazer o que entender.
– Inspirou-se em alguém para fazer a ‘Lili’?
– Tentei foi encontrar em mim a energia de que essa personagem precisava para existir, que é uma energia muito infantil. Não procurei a inspiração, quis perceber o que a fazia seguir em frente.
– Dá-lhe mais prazer a ‘Lili’ ou a ‘Madalena’?
– São diferentes. A ‘Madalena’ dá-me um certo conforto, pois as cenas são mais tranquilas e realistas. Já a ‘Lili’ dá--me um prazer extremo porque permite fazer aquilo que quero, é a fantasia, a diversão, o jogo infantil.
– Agora é uma cara da SIC mas a verdade é que foi contratada pela Teresa Guilherme.
– Era inevitável, mas é para a Teresa Guilherme que trabalho. No entanto, percebo a associação.
– Que diz a sua família e amigos da personagem?
– A minha família gosta de tudo o que faço. Mas este papel é muito especial, porque podem ver-me todos os dias num universo muito mágico. Gostam deste meu registo brincalhão.
– Com este projecto acabou por descobrir que é multifacetada?
– Já tinha alguma consciência disso, porque era nesse sentido que vinha trabalhando nos últimos anos. Sei que um actor tem de treinar a capacidade de fazer imensas coisas e isso faz parte do meu processo, tento encaixar-me em vários registos.
– Como é a Marta no dia-a-dia?
– Não tenho muito tempo para mim: o dia tem 24 horas e eu trabalho 12. Nas restantes aproveito para relaxar e estar com quem gosto, encontrar o meu equilíbrio. Tento descer à Terra e voltar à realidade.
– Preserva muito, de facto, a sua vida privada?
– Preservo, mas também é verdade que as pessoas me têm dado algum conforto. Continuo a fazer a minha vida sem percalços. É uma exposição grande, trabalhamos com emoções, pelo que é fundamental ter espaço e tempo para deixar assentar a poeira, pois vivemos num frenesim.
– É por isso que não diz se tem namorado?
– Claro, guardo isso só para mim. Mas posso garantir que não sou casada nem nunca fui.
– Não tem o estatuto de ‘estrela’?
– Não sei o que é isso. Sou terra-a-terra. Isto é o meu trabalho e a minha vida, levo tudo muito a sério. É impossível esquecer quem sou e de onde venho. A partir do momento em que saio do estúdio o trabalho acaba. Não levo os problemas para casa.
– A personagem que interpreta alimenta-lhe a vontade de ser mãe?
– Sei que quero sê-lo, sempre foi um dos maiores desejos, mas neste momento é impossível. Nem sequer penso nisso. Por agora, mato esse desejo quando estou com as minhas irmãs, uma com dois anos e meio e outra com oito meses.
IMAGEM
Correio Vidas – Gosta de se ver na TV?
– Marta Fernandes – Sim, gosto bastante.
– Reconhece ter algum tique?
– Estou sempre a mexer no cabelo.
– O que mudaria?
– Não há nada que não goste particularmente e que me leve a querer mudar.
– O melhor momento da sua carreira?
– Sinto que estou a viver esse momento.
– E o mais embaraçoso?
– Aconteceu com uma criança nas Amoreiras. Ao entrar na casa de banho, a menina, que estava a lavar as mãos, começou a gritar. Não acreditava que eu existia e até teve medo. Depois, tudo acabou em bem, porque a mãe da criança acalmou-a e chegou a despedir-se de mim com beijos e abraços.
– Gosta de ser reconhecida na rua?
– Gosto. É uma situação bastante normal, é fruto do meu trabalho.
– Uma pessoa de referência na televisão?
– Nicolau Breyner.
– O que gosta de ver em televisão?
– Não vejo muita televisão, mas sempre que posso adoro ver ‘brit coms’, o noticiário e as séries ‘Donas de Casa Desesperadas’ e ‘Erva’.
– É a menina do papá?
– Sempre fui, mas agora tenho duas irmãs pequenas. Fui substituída (risos). Sempre fui muito acarinhada quer pelo meu pai quer pela minha mãe.
– Os seus pais aceitaram bem a sua carreira?
– Claro que sim. Aliás, sempre me incentivaram a realizar os meus sonhos. Foram o meu grande apoio.
– Não lhes faz confusão as cenas mais íntimas?
– Não. O meu trabalho é algo muito sério e eles percebem isso.
PERFIL
Nasceu em Santarém a 6 de Novembro de 1979, mas é de Alcanena. Marta Fernandes licenciou-se na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo. Em teatro estreou-se com ‘A Princesa Malene’, em 2001. Seguiram-se outros trabalhos, como ‘A Canção de Lisboa’, de Filipe La Féria.
Marta Fernandes encenou ainda o musical ‘The Music Man’ (2005). Fez cinema, mas foi na televisão que ganhou maior projecção, sempre sob orientação de Teresa Guilherme.
Actualmente interpreta as personagens ‘Madalena’ e ‘Lili, na série da SIC ‘Chiquititas’. Antes deste projecto, a actriz já havia participado na série ‘Aqui Não Há Quem Viva’ e em ‘Floribella’.
In: CM
Sempre que chega aos estúdios, para gravar mais um episódio da telenovela ‘Chiquititas’, Luís Gaspar corre para a sala de maquilhagem.
O actor não gosta muito de entregar-se aos cuidados da caracterização e talvez por isso opte por despachar logo pela manhã a parte mais dolorosa da novela. “Sei que fico com melhor ar mas não gosto muito de ser maquilhado. Prefiro chegar ao fim do dia e tirar isto tudo da cara”, contou o ‘Pierre’ das ‘Chiquititas’
Depois da maquilhagem pronta e da indumentária escolhida, Luís Gaspar está pronto para uma boa dose de gargalhadas na companhia dos colegas. Antes de entrar para a primeira cena, o actor faz questão de pôr a conversa em dia. “Estou sempre na brincadeira. Normalmente vou ter com a Patrícia [Tavares]. Temos uma grande cumplicidade”, explicou Luís Gaspar, que não fica nada nervoso antes de começar a gravar.
“Na novela só fiquei nervoso nos primeiros episódios, porque esta personagem é diferente de tudo o que tinha feito. No teatro fico sempre mais ansioso”, revelou.
Nervoso e também supersticioso. É que se no pequeno ecrã o actor não segue nenhum ritual antes de subir ao palco a conversa é outra. “Se no dia da estreia bebia um copo de água e a coisa corria bem, nos dias a seguir tenho de fazer exactamente a mesma coisa”, contou Luís Gaspar, que nas ‘Chiquititas’ ainda não levou a sério nenhuma superstição. “Aqui a única coisa que faço antes de entrar é mesmo falar com os colegas e descontrair”, disse o sempre bem-disposto ‘Pierre’.
ACTOR NÃO É FÃ DA MAQUILHAGEM
Para Luís Gaspar a melhor parte do dia é mesmo quando tira a maquilhagem. Apesar de garantir que fica “com melhor ar” depois de passar pela caracterização, o actor preferia não ter de ser maquilhado diariamente.
ROUPA É ESCOLHIDA A DEDO
Após a maquilhagem, o actor veste a roupa que vai usar na telenovela ‘Chiquititas’. Só depois disso é que Luís Gaspar se permite uns momentos de lazer na companhia dos colegas.
DESCONTRAÍDO E MUITO BEM-DISPOSTO
O actor faz questão de alimentar um bom ambiente entre os colegas que, todos os dias, fazem a telenovela ‘Chiquititas’ e não dispensa uma boa dose de galhofa. É com a actriz Patrícia Tavares que garante passar mais tempo à conversa nos intervalos das gravações.
In: CM
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